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terça-feira, 2 de agosto de 2011

SPM Participa da IV Festa da Agricultura Familiar

Nos dias 27 e 28 de julho a cidade de Boqueirão – Cariri Paraibano, celebrou o Dia do Agricultor com a IV Festa da Agricultura Familiar do Território do Cariri, que foi uma realização do Casaco (Coletivo Asa Cariri Oriental), do Fórum de Desenvolvimento Territorial Sustentável do Cariri Oriental Paraibano e contou com o apoio de diversas instituições dentre elas o SPM (Serviço Pastoral dos Migrantes).


A festa mobilizou aproximadamente 700 pessoas, com agricultores familiares das cidades: Alcantil, Barra de Santana, Riacho de Santo Antônio, Caturité, Cabaceiras, Caraúbas, Soledade, Santo André, Congo e da própria Boqueirão e membros de instituições parceiras.

O primeiro do dia do evento, 27/07, foi um momento de formação e reflexão sobre a realidade da agricultura familiar no Estado da Paraíba, para isso a programação contou com oficinas – Produção Agroecológica e Convivência com o Semi-Árido, tendo com público alvo os agricultores; e também sobre o Projeto Ciranda Cultural que discutiu sobre o tema Juventude. Em paralelo ainda ocorreu a formação dos agentes de Leitura do programa Arca das letras.

O dia 28 de Julho, Dia do Agricultor, foi marcado por uma caminhada agroecológica pelas ruas da cidade de Boqueirão lançando a Campanha Cariri Oriental Livre dos Agrotóxicos que tem por objetivo (veja) sensibilizar os agricultores e consumidores sobre os riscos e os prejuízos a saúde sobre o uso desses verdadeiros venenos que são os agrotóxicos.

Após a caminhada e ainda dentro da programação de lançamento oficial da Campanha os das instituições parceiras do evento falaram da importância desta iniciativa, o coordenador do SPM na Paraíba, José Arivaldo Sezyshta alertou que o Brasil tem a vergonhosa marca de ser o Campeão Mundial de Uso de Agrotóxicos e opinou ainda que se nós quisermos verdadeiramente acabarmos com esse absurdo que é o uso de agrotóxicos é preciso construir alternatividades para que o agricultor possa produzir agroecologicamente (veja fala completa).   

A IV Festa da Agricultura Familiar do Território do Cariri foi um sucesso no que diz respeito a representatividade de instituições parceiras que tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento territorial do Cariri, além do SPM apoiaram o evento: EMBRAPA, BNB, CONAB, PATAC, SPM, SDT/MDA, SEBRAE, SEDAP e MST.


SERVIÇO
Veja as imagens do evento: Galeria das Imagens 

DE OLHO NA MÍDIA

Fonte: CartaCapital
EXTREMA-UNÇÃO:
Confira a matéria publicada na revista CartaCapital (edição 657 de 29.07.2011) sobre a questão agrária do Brasil. Nela a revista relata que houve uma diminuição considerável sobre os gastos com a distribuição de terra - Reforma Agrária - durante os três últimos governos federais.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Formação

Tópicos sobre o BEM VIVER.
(encaminhado por Roberto Saraiva)
- "Caríssimos(as),... segue os pontos priorizados pelo governo boliviano para a construção do Estado Plurinacional. Bom, penso que são pontos que habitam uma discussão mais prática e de fácil assimilação cotidiana porque é ali que eles residem. Naõ teoriza muito, mas como escreveu Fernando Pessoa no Livro do Desassossego, momento para exercitar "... o sagrado instinto de não ter teorias..."."

Priorizar a vida
Viver Bem é buscar a vivência em comunidade, onde todos os integrantes se preocupam com todos. O mais importante não é o ser humano (como afirma o socialismo) nem o dinheiro (como postula o capitalismo), mas a vida. Pretende-se buscar uma vida mais simples. Que seja o caminho da harmonia com a natureza e a vida, com o objetivo de salvar o planeta e dar a prioridade à humanidade.

Obter acordos consensuados
Viver Bem é buscar o consenso entre todos, o que implica que mesmo que as pessoas tenham diferenças, na hora de dialogar se chegue a um ponto de neutralidade em que todas coincidam e não se provoquem conflitos. "Não somos contra a democracia, mas o que faremos é aprofundá-la, porque nela existe também a palavra submissão e submeter o próximo não é viver bem", esclareceu o chanceler David Choquehuanca.

Respeitar as diferenças
Viver Bem é respeitar o outro, saber escutar todo aquele que deseja falar, sem discriminação ou qualquer tipo de submissão. Não se postula a tolerância, mas o respeito, já que, mesmo que cada cultura ou região tenha uma forma diferente de pensar, para viver bem e em harmonia é necessário respeitar essas diferenças. Esta doutrina inclui todos os seres que habitam o planeta, como os animais e as plantas.

Viver em complementaridade
Viver Bem é priorizar a complementaridade, que postula que todos os seres que vivem no planeta se complementam uns com os outros. Nas comunidades, a criança se complementa com o avô, o homem com a mulher, etc. Um exemplo colocado pelo Chanceler especifica que o homem não deve matar as plantas, porque elas complementam a sua existência e ajudam para que sobreviva.

Equilíbrio com a natureza
Viver Bem é levar uma vida equilibrada com todos os seres dentro de uma comunidade. Assim como a democracia, a justiça também é considerada excludente, de acordo com o chanceler David Choquehuanca, porque só leva em conta as pessoas dentro de uma comunidade e não o que é mais importante: a vida e a harmonia do ser humano com a natureza. É por isso que Viver Bem aspira a ter uma sociedade com equidade e sem exclusão.

Defender a identidade
Viver Bem é valorizar e recuperar a identidade. Dentro do novo modelo, a identidade dos povos é muito mais importante do que a dignidade. A identidade implica em desfrutar plenamente de uma vida baseada em valores que resistiram mais de 500 anos (desde a conquista espanhola) e que foram legados pelas famílias e comunidades que viveram em harmonia com a natureza e o cosmos.
Um dos principais objetivos do Viver Bem é retomar a unidade de todos os povos
O ministro das Relações Exteriores, David Choquehuanca, explicou que o saber comer, beber, dançar, comunicar-se e trabalhar também são alguns aspectos fundamentais.

Aceitar as diferenças
Viver Bem é respeitar as semelhanças e diferenças entre os seres que vivem no mesmo planeta. Ultrapassa o conceito da diversidade. "Não há unidade na diversidade, mas é semelhança e diferença, porque quando se fala de diversidade só se fala de pessoas", diz o Chanceler. Esta colocação se traduz em que os seres semelhantes ou diferentes jamais devem se ofender.

Priorizar direitos cósmicos
Viver Bem é dar prioridade aos direitos cósmicos antes que aos Direitos Humanos. Quando o Governo fala de mudança climática, também se refere aos direitos cósmicos, garante o Ministro das Relações Exteriores. "Por isso, o Presidente (Evo Morales) diz que vai ser mais importante falar sobre os direitos da Mãe Terra do que falar sobre os direitos humanos".

Saber comer
Viver Bem é saber alimentar-se, saber combinar os alimentos adequados a partir das estações do ano (alimentos de acordo com a época). O ministro das Relações Exteriores, David Choquehuanca, explica que esta consigna deve se reger com base na prática dos ancestrais que se alimentam com um determinado produto durante toda a estação. Comenta que alimentar-se bem garante boa saúde.

Saber beber
Viver Bem é saber beber álcool com moderação. Nas comunidades indígenas cada festa tem um significado e o álcool está presente na celebração, mas é consumido sem exageros ou ofender alguém. "Temos que saber beber; em nossas comunidades tínhamos verdadeiras festas que estavam relacionadas com as estações do ano. Não é ir a uma cantina e se envenenar com cerveja e matar os neurônios".

Saber dançar
Viver Bem é saber dançar [danzar], não simplesmente saber bailar [bailar]. A dança se relaciona com alguns fatos concretos, como a colheita ou o plantio. As comunidades continuam honrando com dança e música a Pachamama, principalmente em épocas agrícolas; entretanto, nas cidades as danças originárias são consideradas expressões folclóricas. Na nova doutrina se renovará o verdadeiro significado do dançar.

Saber trabalhar
Viver Bem é considerar o trabalho como festa. "O trabalho para nós é felicidade", disse o chanceler David Choquehuanca, que recalca que ao contrário do capitalismo onde se paga para trabalhar, no novo modelo do Estado Plurinacional, se retoma o pensamento ancestral de considerar o trabalho como festa. É uma forma de crescimento, é por isso que nas culturas indígenas se trabalha desde pequeno.

Retomar o Abya Yala
Viver bem é promover a união de todos os povos em uma grande família. Para o Chanceler, isto implica em que todas as regiões do país se reconstituam no que ancestralmente se considerou como uma grande comunidade. "Isto tem que se estender a todos os países. É por isso que vemos bons sinais de presidentes que estão na tarefa de unir todos os povos e voltar a ser o Abya Yala que fomos".

Reincorporar a agricultura
Viver Bem é reincorporar a agricultura às comunidades. Parte desta doutrina do novo Estado Plurinacional é recuperar as formas de vivência em comunidade, como o trabalho na terra, cultivando produtos para cobrir as necessidades básicas para a subsistência. Neste ponto se fará a devolução de terras às comunidades, de maneira que se produzam as economias locais.

Saber se comunicar
Viver Bem é saber se comunicar. No novo Estado Pluninacional se pretende retomar a comunicação que existia nas comunidades ancestrais. O diálogo é o resultado desta boa comunicação mencionada pelo Chanceler. "Temos que nos comunicar como antes os nossos pais o faziam, e resolviam os problemas sem que se apresentassem conflitos, não temos que perder isso".
O Viver Bem não é "viver melhor", como propugna o capitalismo
Entre os preceitos estabelecidos pelo novo modelo do Estado Plurinacional, figuram o controle social, a reciprocidade e o respeito à mulher e ao idoso.

Controle social
Viver Bem é realizar um controle obrigatório entre os habitantes de uma comunidade. "Este controle é diferente do proposto pela Participação Popular, que foi rechaçado (por algumas comunidades) porque reduz a verdadeira participação das pessoas", disse o chanceler Choquehuanca. Nos tempos ancestrais, "todos se encarregavam de controlar as funções que suas principais autoridades realizavam".

Trabalhar em reciprocidade
Viver Bem é retomar a reciprocidade do trabalho nas comunidades. Nos povos indígenas esta prática se denomina ayni, que não é mais do que devolver em trabalho a ajuda prestada por uma família em uma atividade agrícola, como o plantio ou a colheita. "É mais um dos princípios ou códigos que garantirão o equilíbrio nas grandes secas", explica o Ministro das Relações Exteriores.

Não roubar e não mentir
Viver Bem é basear-se no ama suwa e ama qhilla (não roubar e não mentir, em quéchua). É um dos preceitos que também estão incluídos na nova Constituição Política do Estado e que o Presidente prometeu respeitar. Do mesmo modo, para o Chanceler é fundamental que dentro das comunidades se respeitem estes princípios para conseguir o bem-estar e confiança em seus habitantes. "Todos são códigos que devem ser seguidos para que consigamos viver bem no futuro".

Proteger as sementes
Viver Bem é proteger e guardar as sementes para que no futuro se evite o uso de produtos transgênicos. O livro Viver Bem, como resposta à crise global, da Chancelaria da Bolívia, especifica que uma das características deste novo modelo é preservar a riqueza agrícola ancestral com a criação de bancos de sementes que evitem a utilização de transgênicos para incrementar a produtividade, porque se diz que esta mistura com químicos prejudica e acaba com as sementes milenares.

Respeitar a mulher
Viver Bem é respeitar a mulher, porque ela representa a Pachamama, que é a Mãe Terra que tem a capacidade de dar vida e de cuidar de todos os seus frutos. Por estas razões, dentro das comunidades, a mulher é valorizada e está presente em todas as atividades orientadas à vida, à criação, à educação e à revitalização da cultura. Os moradores das comunidades indígenas valorizam a mulher como base da organização social, porque transmitem aos seus filhos os saberes de sua cultura.

Viver Bem e NÃO melhor
Viver Bem é diferente de viver melhor, o que se relaciona com o capitalismo. Para a nova doutrina do Estado Plurinacional, viver melhor se traduz em egoísmo, desinteresse pelos outros, individualismo e pensar somente no lucro. Considera que a doutrina capitalista impulsiona a exploração das pessoas para a concentração de riquezas em poucas mãos, ao passo que o Viver Bem aponta para uma vida simples, que mantém uma produção equilibrada.

Recuperar recursos
Viver Bem é recuperar a riqueza natural do país e permitir que todos se beneficiem desta de maneira equilibrada e equitativa. A finalidade da doutrina do Viver Bem também é a de nacionalizar e recuperar as empresas estratégicas do país no marco do equilíbrio e da convivência entre o ser humano e a natureza em contraposição à exploração irracional dos recursos naturais. "Deve-se, sobretudo, priorizar a natureza", acrescentou o Chanceler.

Exercer a soberania
Viver Bem é construir, a partir das comunidades, o exercício da soberania no país. Isto significa, segundo o livro Viver Bem, como resposta à crise global, que se chegará a uma soberania por meio do consenso comunal que defina e construa a unidade e a responsabilidade a favor do bem comum, sem que nada falte. Nesse marco, se reconstruirão as comunidades e nações para construir uma sociedade soberana que será administrada em harmonia com o indivíduo, a natureza e o cosmos.

Aproveitar a água
Viver Bem é distribuir racionalmente a água e aproveitá-la de maneira correta. O Ministro das Relações Exteriores comenta que a água é o leite dos seres que habitam o planeta. "Temos muitas coisas, recursos naturais, água e, por exemplo, a França não tem a quantidade de água nem a quantidade de terra que há em nosso país, mas vemos que não há nenhum Movimento Sem Terra, assim que devemos valorizar o que temos e preservá-lo o melhor possível, isso é Viver Bem".

Escutar os anciãos
Viver Bem é ler as rugas dos avós para poder retomar o caminho. O Chanceler destaca que uma das principais fontes de aprendizagem são os anciãos das comunidades, que guardam histórias e costumes que com o passar dos anos vão se perdendo. "Nossos avós são bibliotecas ambulantes, assim que devemos aprender com eles", menciona. Portanto, os anciãos são respeitados e consultados nas comunidades indígenas do país.

De Olho na Mídia

Paraíba é 7º em ranking nacional de retorno de migrantes
15-07-2011 12:00:00
Da Redação

Com G1

Entre 2004 e 2009, o números de migrantes pulou de 16,34% para 20,95% na Paraíba, ou seja, no intervalo de cinco anos houve o crescimento de 4,61% no número de pessoas que permaneceram no estado e das que retornaram para sua terra natal. A pesquisa foi divulgada nesta sexta-feira (15) Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2009 e dos Censos realizados em 2000 e 2010.

Segundo o instituto, na última década começou a haver um movimento de retorno da população às regiões de origem em todo o país. A corrente migratória mais expressiva continua a ser entre o Nordeste e o Sudeste, mas houve redução. A região Nordeste foi a que apresentou o maior número de migrantes retornando para seus estados, seguida, em menor escala, pela região Sul.

O IBGE investigou onde morava o indivíduo exatamente cinco anos antes da data das pesquisas, no período entre 1999 e 2009, quando aproximadamente 4,8 milhões de brasileiros migraram entre estados e entre regiões do país.

Em 2009, os estados do Nordeste que apresentaram migração de retorno mais expressiva, conforme o instituto, superando os 20% do total de imigrantes, foram Pernambuco, Sergipe, Rio Grande do Norte e Paraíba.

Ranking

Pelo ranking de estados com maior migração de retorno quem aparece em primeiro lugar é o Rio Grande do Sul (23,98%) seguido dos estados de Pernambuco (23,61%), Paraná (23,44%), Sergipe (21,62%), Minas Gerais (21,62%), Rio Grande do Norte (21,14), Paraíba (20,95%) e Maranhão (16,43%). Veja o ranking completo no G1.

Oportunidades

“Além de apresentar menor migração, diminuindo o número de pessoas que saem, o Nordeste começa a atrair população, com uma rede social melhor. Enquanto isso, o Sudeste, que já não recebia mais tantas pessoas, passa a ser também emissor, não só de migrantes, como também de quem é originário e está deixando essa região”, afirma Antônio Tadeu Ribeiro de Oliveira, um dos pesquisadores do instituto.

Enquanto São Paulo e Rio de Janeiro começaram a receber menos imigrantes na última década, estados antes considerados de grande evasão começaram a perder menos população, como Piauí e Alagoas. Já Bahia e Maranhão continuaram a ser classificados como regiões “expulsoras”, mas também diminuíram o fluxo.

Rio Grande do Sul foi o estado que apresentou maior número de migrantes de retorno do país, mas a taxa diminuiu em relação a 2004. Na Região Sul, o Paraná foi o estado que passou a receber mais migrantes.

Segundo o estudo, o fenômeno de retorno no país ocorre devido “à saturação dos espaços do início da industrialização no centro-sul”, que “reduz a capacidade de geração de emprego e de novas oportunidades ocupacionais, o que coloca o movimento de retorno na pauta das estratégias de reprodução e circulação dos migrantes”.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

COTAÇÃO DE PREÇO Nº 43/2010 Campina Grande(PB) ,24/11/2010.

SERVIÇO DE PASTORAL DOS MIGRANTES

RUA Caiambé – 126 – Ipiranga – S. P

PROJETO: P1MC / MDS
PROPONENTE: SPM

COTAÇÃO DE PREÇO Nº 43/2010 Campina Grande(PB) ,24/11/2010.

Prezado(a) Senhor(a)

Vimos por meio desta, solicitar a Vossa Senhoria, cotação de preços para moto Bros, a serviço do Programa de Formação e Mobilização para a Convivência com o Semi-Árido - Um Milhão de Cisternas Rurais.

1. DO OBJETO

Venda de uma moto bros ano 2004 com placa KHT 3375 com chassi 9C2JD20204R035751.

2. DA APRESENTAÇÃO DA PROPOSTA

As propostas deverão ser devolvidas na sede da UGM SPM até o dia 06/12/2010, na Rua Luiz Sodré, 121, Catolé, Campina Grande (PB), ou enviado por email (spmugm@gmail.com), seguido do envio dos originais por correio, observando os seguintes requisitos:

4. DA CLASSIFICAÇÃO

a) Obedecidos aos critérios de julgamento, será classificada a proposta que apresentar MAIOR VALOR GLOBAL, admitindo-se como critério de aceitabilidade preços compatível com os de mercado.

b) Havendo duas ou mais propostas que apresentem igualmente os maiores valores globais, será feito um sorteio entre estas.

5. DO PAGAMENTO

O pagamento deverá ser depositado imediatamente, após divulgação da classificação, na conta da AP1MC, Caixa Econômica Federal, Ag 1294 Op 003 CC 130-6.

Atenciosamente,

                               Maria Célia Araujo
                             Gerente Administrativo

COTAÇÃO DE PREÇO Nº 42/2010 Campina Grande(PB) , 24/11/2010.

SERVIÇO DE PASTORAL DOS MIGRANTES
RUA Caiambé – 126 – Ipiranga – S. P

PROJETO: P1MC / MDS

PROPONENTE: SPM

COTAÇÃO DE PREÇO Nº 42/2010 Campina Grande(PB) , 24/11/2010.


Prezado(a) Senhor(a)

Vimos por meio desta, solicitar a Vossa Senhoria, cotação de preços para carro strada constantes no ANEXO I, para atender as necessidades do SPM, durante implementação do Programa de Formação e Mobilização para a Convivência com o Semi-Árido - Um Milhão de Cisternas Rurais.

1. DO OBJETO

Venda de um carro strada ano 2003 na execução do Programa de Formação e Mobilização Social para a Convivência com o Semi-Árido – Um Milhão de Cisternas Rurais – P1MC, distribuídas da seguinte forma: 20 Caturité e 08 Riacho de Santo Antonio, conforme descrito no ANEXO I.

2. DA APRESENTAÇÃO DA PROPOSTA

As propostas deverão ser devolvidas na sede da UGM SPM até o dia 01/12/2010, na Rua Luiz Sodré, 121, Catolé, Campina Grande (PB), ou enviado por email (spmugm@gmail.com), seguido do envio dos originais por correio, observando os seguintes requisitos:

a) Ser apresentada com a identificação completa (Razão social/CNPJ/endereço/telefone), sem rasuras, datilografada ou digitada em papel timbrado, datada e assinada por seu representante legal na última folha e rubricada nas demais e ainda deverá conter:

· CONDIÇÕES DE PAGAMENTO
· VALIDADE DA PROPOSTA
· PRAZO PARA ENTREGA.

b) Ser apresentada conforme as especificações do objeto contidas no ANEXO I, demonstrando completo atendimento as exigências desta cotação, informando o valor unitário e valor total da proposta.

Observação: Quaisquer tributos, custos e despesas, diretos ou indiretos, omitidos na proposta ou incorretamente cotados, serão considerados como inclusos nos preços, não sendo considerados pleitos de acréscimos, a esse ou a qualquer título.

3. DOS CRITÉRIOS DE JULGAMENTO

Os critérios de julgamento serão:

a) Observância ao disposto no item 2, “a” e“b””

b) Será desclassificada a proposta que deixar de observar a qualquer um dos requisitos constantes no item anterior.

4. DA CLASSIFICAÇÃO

a) Obedecidos aos critérios de julgamento, será classificada a proposta que apresentar MENOR VALOR GLOBAL, admitindo-se como critério de aceitabilidade preços compatíveis com os de mercado.

b) Em caso de divergência entre o valor unitário de cada especificação e o valor total, prevalecerá o primeiro.

c) Havendo duas ou mais empresas que apresentem igualmente os menores valores globais, será feito um sorteio entre estas.

d) A proposta classificada será declarada vencedora, se ficar dentro do orçamento disponível para aquisição de material.

5. DA CONTRATAÇÃO

a) a formalização contratual com o fornecedor classificado na forma do item 4, far-se-á após análise e autorização da Associação Programa Um Milhão de Cisternas.

6. LOCAL DE ENTREGA DO OBJETO DESTA COTAÇÃO

Na sede da UGM SPM.

7. PRAZO DE ENTREGA

Máximo de 30 dias a partir da data de recebimento da ordem de fornecimento.

8. DO PAGAMENTO

Em até 10 dias, após a apresentação da Nota Fiscal em nome do Serviço Pastoral dos Migrantes.

Atenciosamente,

                                      Maria Célia Araujo
                                   Gerente Administrativo